O prazo conta sozinho
Cada classe do plano tem prazo na fase corrente e na intermediária, e o gatilho que começa a contar: arquivamento, emissão ou um evento registrado no documento. A fase de cada documento é recalculada todo dia.
O prazo de cada documento conta sozinho, o que venceu aparece na fila, e a CPAD aprova, publica o edital e elimina — tudo assinado, numerado e auditado, dentro do mesmo sistema em que o documento nasceu.
O mesmo caminho que a lei pede, com cada etapa registrada e cada peça assinada.
Cada classe do plano tem prazo na fase corrente e na intermediária, e o gatilho que começa a contar: arquivamento, emissão ou um evento registrado no documento. A fase de cada documento é recalculada todo dia.
Eliminação, recolhimento ou reavaliação pela comissão, com contagem, volume e a data em que o prazo se cumpriu. Ninguém precisa varrer o acervo para descobrir o que pode sair.
A listagem aprovada, o edital e o termo nascem numerados e assinados pelo setor da comissão. A execução reconfere cada documento; o que mudou fica de fora e vai ao termo com o motivo.
Suspensão por processo judicial ou auditoria tira o documento da fila e impede a eliminação até ser levantada. Quem suspendeu, quando e por quê fica na trilha.
Some o texto, os despachos, os anexos e o que a IA guardou sobre o documento. O anexo que outro processo ainda usa fica. O registro de que existiu e foi eliminado, também.
O recolhimento leva o documento à guarda permanente definitiva e gera o pacote de preservação no padrão BagIt, que qualquer arquivo histórico consegue abrir.
O que está na fase intermediária desce sozinho para o armazenamento mais barato, sem mudar um bit do original. O que um processo em andamento ainda usa fica onde está. A obrigação legal de guardar deixa de ser o item que mais cresce na conta.
Os vencimentos dos próximos doze meses, por destino.
Cada pendência diz quem resolve: arquivista, administrador, CPAD ou equipe técnica.
No rascunho, o sistema sugere a classe; a arquivista corrige o que já foi emitido, com motivo e sem tocar na assinatura.
Quem configura, na maioria dos municípios, é o secretário de administração ou a TI — não um arquivista. A implantação conduz em nove etapas, cada uma dizendo o que já veio pronto, o que falta e quem faz.
A demonstração já vem com o Arquivo Central, a CPAD, o decreto da tabela e um acervo com idade.